Quando o 9º ano foi a Paris, em Março de 2005, eu e dois colegas meus (Pedro Maia e Gil Pinheiro) fizemos um poema:
O poema tem erros ortográficos feitos de propósito para rimar.
A Viagem
Estava eu a dormêr
Encontrei uma barata
Depois fui comer
Arroz com batata
Quando saio de casa
Saio para te ver
Vou pela rua rasa
Com cuidado para não morrer
Convido umas garotas
Bebemos b'jekas boas
E como elas eram marotas
Enfiámo-nos nas canoas
Estávamos nas canoas
Ficámos pescando
Apanhámos umas broas
E telefonámos ao Armando
O Armando veio a correr
Quando soube da situação
Estávamos nós a comer
O nosso atum com pão
Ele estava embriagado
E caiu ao rio
Ficou congelado
Por causa do frio
Fui lá buscá-lo
Porque estava a morrer
Depois fui matá-lo
Porque estava a sofrer
Fomos fazer as necessidades
Atrás das móitas
Ficámos todos aliviádes
E comemos alcagóitas
Estava uma miúda atenta
A beber água benta
Mas como não tinha pimenta
Agarrou-se à cara nogenta
Estava eu a dormir
Num caixote do lixo
Depois fui pedir
Uma sopa com bixo
E se eu puder
Procuro uma sereia
Metade mulher
Metade baleia
Para ensinar o corpo humano
O Sandro abre a boca
Nós tapámo-lo com um pano
Para que não entre a mosca
Fomos para a escola
Tivemos uma palestra
Pegámos na cola
E colocámos a matéria na testa
Fui fazer os trabalhos de casa
Que me deu trabalho a fazer
Falava sobre a NASA
Esta matéria de morrer
Fomos para a tasca
E começámos a comer
Era cada bradanasca
E vinho para beber
Nuno Peralta, Gil Pinheiro e Pedro Maia
O Gil é meu amigo
É mesmo um cabrão
Mas todas as raparigas dizem
Que ele é todo bão
Parvoíce de nunoperalta às 04:01 PM
Eles não costumavam ser assim tão doidos, no meu tempo...
Reclamação de Mãe às maio 7, 2006 04:04 PM
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